
Eu nessa mania de voo
com azas coladas ao corpo
há tentar percorrer o infinito.
Mas o sol,
aqueceu demais minhas
esperanças de cera.
E o chão insiste em dizer-me
que não pertenço ao ar.
E nessa dança tão urgente,
caí, nos braços da planura.
E nessa dança tão urgente,
caí, nos braços da planura.
No do ato azo que em teu abraço abrasas, tuas asas.
ResponderExcluirGK
Tuas palavras explicaram perfeitamente essa vontade de voar,mesmo sem ter azas...
ExcluirAbraços!
Bonitas palavras e imagem ♥
ResponderExcluirUm beijinho, Lia *
Muito obrigada Ana! eu também achei essa foto em linda.
ExcluirAbraços
ótimo título, amei o texto (e amei entender a conexão entre ambos).
ResponderExcluirpertença ao ar, mas não em corpo e sim, em alma.
https://abit-ofmee.blogspot.com.br/
Olá Pietra! que bom que gostou... realmente,a minha alma pertence ao céu,mesmo que eu não possa alcançá-lo... Eu fiz essa junção com o Ícaro porque,eu adoro mitologia grega.
ExcluirAbraços para você!
Que beleza de poesia. <3
ResponderExcluirNão Me Mande Flores ♥
Olá Camila! ico muito feliz que tenha gostado da poesia.
ExcluirAbraços e volte sempre!