Quanto de mim
que eu deixei para trás,
das malas velhas e pesadas
já sem zíper.
Nessas estradas sacolejantes
onde o tempo não passa.
e as pegadas, fazem marcas
nas calçadas cheias de mato.
E eu já tão só!
e sem nenhum carro na curva,
dessa vida monótona.
E por onde ando
vejo apenas os cacos,
que lembram
o instante passado.
o instante passado.
poesia poesia poesia, sempre linda
ResponderExcluirMuito obrigada, Lari!!
ResponderExcluirAbraços